1. artiebagagli:

    William Holman Hunt - Bianca

     
  2.  
  3. artiebagagli:

    Jules Joseph Lefebvre - Morning Glory (1879)

     

  4. "

    Meu tumblr: arte, classicismo, sentimentos

    O que tem no seu?

    "
     
  5. philamuseum:

    Williamsburg, Brooklyn owes its name to this fellow, Jonathan Williams, who boasted Benjamin Franklin as a relative. Find out more about him and the artist Thomas Sully, who painted this portrait, during our Spotlight Gallery Conversations this Thursday, Friday, and Saturday at 11:00 a.m.

    Portrait of Colonel Jonathan Williams (1750–1815),” 1815, by Thomas Sully

     
  6. artiebagagli:

    Charles Courtney Curran - Betty Newell (1922)

     
  7. Henriette Browne, pseudônimo de Mme Jules de Saulx ( França, 1829-1901) Nasceu em Paris e estudou com Penn e Chaplin. Exibiu no Salão de Paros de 1853, e na Academia Real em 1871-9.  Pintora que também se dedicou à gravura. Teve preferência pela pintura de gênero e pelas telas com motivos religiosos, além de muitas cenas do Oriente médio. Parou de expor mais ou menos 20 anos antes de morrer na sua cidade natal.

    Fonte: http://peregrinacultural.wordpress.com/2011/06/06/imagem-de-leitura-henriette-browne/

     
  8. Caught in the Web (detail) by Luis Ricardo Falero (1851-1896)

    oil on paper, laid on panel, date unknown

    (Fonte: paintingses)

     
  9.  
  10. vintagegal:

    Illustration by Warwick Goble for Folk-Tales of Bengal by Lal Behari Day, 1912 (via)

     
  11. artiebagagli:

    Henriette Browne - A Girl Writing (1874)

     
  12. Mary Sicard David (detail) by Thomas Sully (1783-1872)

    oil on canvas, 1813

    (Fonte: paintingses)

     
  13. smoking-beats-of-life:

    “I saw the angel in the marble and carved until I set him free.”

    -Michelangelo

    (Fonte: weissesrauschen)

     
  14. artiebagagli:

    Vojtěch Hynais - The Girl with Azalea (1913)

    (via paginasdaminhavida)

     
  15. theincompletenesstheorem:

    Herbert James Draper
    The Lament for Icarus, 1898
    Oil on canvas

    O Lamento de Ícaro, 1898 de James Draper. Óleo sobre tela.

    Herbert James Draper é hoje mais um daqueles pintores vitorianos que toda a gente esqueceu. Durante o seu período mais produtivo, a partir de 1894, ilustrou várias vezes temas mitológicos. Este Ícaro ganhou inclusive a medalha de ouro da exposição universal de Paris de 1900 (aquela para a qual a famosa Gare d’Orsay foi construída). E é bonito, confesso, pelo menos curioso: o filho de Dédalo surge como um quase anjo caído e as ninfas, chorando-o, é uma invenção que agrada à minha auto-educação romântica. O corpo de Ícaro, tostado, choca com o das moças, de pele clara, e o horizonte, ao fundo, pela forma como está pintado, poder-se-ia jurar que é tirado de um qualquer quadro impressionista. O mais desconcertante, porém, quando se contempla o quadro com o μύθος em mente, é verificar que nada, naquelas asas, sugere que estas são uma criação artificial: são antes os encaixes nos braços de Ícaro que nos parecem de todo falsos, um acrescento forçado. Não soubéssemos que ele está morto, caído dos ceús, até poderíamos acreditar que dorme.

    créditos: Origem da Comédia

    (via askhanniballecter)